Irmandade da Boa Morte elege nova diretoria em Cachoeira; veja quem assume
Assembleia reuniu autoridades estaduais e municipais e definiu, por aclamação, a gestão que comandará a tradicional instituição entre 2026 e 2028.

A Irmandade da Boa Morte definiu a nova Mesa Administrativa Gestora que ficará à frente da instituição no período de 2026 a 2028. A eleição aconteceu durante Assembleia Geral Ordinária realizada na segunda-feira (3), em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, e contou com a presença de autoridades estaduais, municipais e representantes de órgãos públicos.
Assembleia reuniu autoridades e reforçou apoio à instituição
O encontro teve o apoio institucional da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), representada pela primeira-dama da Bahia e professora Tatiana Velloso, além da prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga (PT). Também participaram representantes do Ministério Público da Bahia, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), das forças de segurança e outras autoridades.
Nova gestão foi escolhida por aclamação
Sob a orientação das irmãs mais velhas da Irmandade — Lindaura da Paz, Dalva Damiana de Freitas e Aurelina de Jesus — a chapa única foi eleita por aclamação, em um processo que, segundo a instituição, simboliza a união e a coesão entre as integrantes.
A nova diretoria será presidida por Irmã Cleusa Maria Santana Santos, tendo como vice-presidenta Irmã Adeilde Ferreira de Lemos. A tesouraria ficará sob responsabilidade de Irmã Neci Santos Leite, enquanto a secretaria será conduzida por Irmã Jordânia Freitas. O Conselho Fiscal será formado por Irmã Celina Maria Salla, Irmã Nilza Prado de Carvalho e Irmã Floriceia Balbino dos Santos, e o Conselho de Honra permanecerá composto pelas irmãs mais velhas da instituição.
Nova diretoria assume com foco na preservação da história
Ao término da assembleia, a Irmandade da Boa Morte agradeceu a presença das autoridades e das integrantes, além de dedicar preces a Nossa Senhora da Boa Morte pela nova gestão. A instituição também destacou o sentimento de união entre as irmãs e reconheceu o apoio recebido nos últimos três anos para fortalecer a preservação de sua história, de seu legado cultural e de sua hierarquia, considerada um dos principais patrimônios das tradições afro-brasileiras na Bahia.




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