Operação apreende mais de 2 mil acessórios falsificados em Salvador
Ação integrada em Cajazeiras também recolheu 22 celulares comercializados de forma irregular durante fiscalização.

Uma operação integrada de fiscalização apreendeu 2.138 acessórios falsificados e 22 celulares comercializados de forma irregular em Salvador. A ação, realizada nesta semana, ocorreu no Shopping Cajazeiras e em quatro lojas do bairro de Cajazeiras, reunindo órgãos estaduais e municipais no combate ao comércio ilegal de produtos eletrônicos.
Coordenada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), da Polícia Civil da Bahia, a Operação Mobile contou com a participação da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), do Procon Bahia e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Durante a fiscalização, foram encontradas diversas irregularidades relacionadas à venda de produtos em desacordo com a legislação.
Produtos ofereciam riscos aos consumidores
Entre os materiais apreendidos estavam carregadores, fones de ouvido e capas para celulares que utilizavam marcas registradas de forma indevida, além de 22 aparelhos celulares comercializados irregularmente. Segundo os órgãos de fiscalização, muitos desses acessórios não possuíam certificação, o que pode aumentar o risco de superaquecimento, choques elétricos, curtos-circuitos e outros acidentes.
Todo o material foi recolhido e encaminhado para a Delegacia de Defesa do Consumidor, responsável pela adoção das medidas legais cabíveis.
Investigações continuam
A operação também contou com equipes da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz) e reforçou a atuação conjunta dos órgãos de fiscalização na proteção dos consumidores e no combate à comercialização de produtos ilegais.
De acordo com o diretor-geral da Codecon, Marcelo Carvalho, a participação em ações integradas fortalece a defesa dos direitos do consumidor e contribui para retirar do mercado produtos que oferecem riscos à população e prejudicam a concorrência leal. As investigações prosseguem para identificar os responsáveis, apurar a origem das mercadorias apreendidas e responsabilizar os envolvidos nas esferas criminal e administrativa.




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