Palacete Tirachapéu anuncia três eventos em Salvador
Feira de arte contemporânea, exposição de J. Cunha e festival de coquetelaria vão movimentar o Centro Histórico e a Rua Chile em novembro.

Palacete Tirachapéu terá programação cultural em novembro
O Centro Histórico de Salvador receberá três iniciativas que conectam artes visuais, gastronomia e coquetelaria em novembro. Os projetos foram apresentados na noite de segunda-feira (26), durante encontro com convidados no Salão dos Fundadores do Palacete Tirachapéu.
A programação inclui a primeira edição da feira Palacete Arte | Trama, a exposição “J. Cunha — A invenção de uma linguagem” e o Salvador Cocktail Festival. As atividades devem reunir artistas, galeristas, profissionais do setor e visitantes em diferentes espaços do Palacete e da Rua Chile.
“Queremos que o Palacete seja um espaço de encontros que gere oportunidades para a cidade. Ao reunir artistas, galeristas, profissionais da coquetelaria e diferentes públicos, fortalecemos a produção local e ampliamos suas conexões com o mundo. É assim que pensamos o futuro e a nossa contribuição para Salvador”, afirma Robson Almeida, CEO do Palacete Tirachapéu.
Feira de arte reúne mais de 70 artistas
Entre 12 e 15 de novembro, o público poderá visitar o Palacete Arte | Trama – 1ª Feira de Arte Contemporânea da Bahia, com entrada gratuita.
Idealizada por Monique Badaró e com direção artística de Stella Carrozzo, a iniciativa reunirá mais de 70 artistas e coletivos. A programação prevê exposição e comercialização de obras, ateliês abertos, visitas mediadas, atividades literárias e conversas sobre colecionismo e o sistema das artes.
Durante o lançamento, Monique Badaró ressaltou a importância de fortalecer a produção artística baiana e ampliar as oportunidades de intercâmbio, sem depender do reconhecimento de outros centros culturais.
“Esse desejo de contribuir para essa cena sempre foi muito forte e por isso a gente pensou nessa possibilidade, em um espaço que oferece uma oportunidade de comercialização, mas também de aproximação com diversos públicos”, afirmou.
Exposição destaca a trajetória de J. Cunha
Também a partir de 12 de novembro, o Palacete receberá a mostra “J. Cunha — A invenção de uma linguagem”, realizada em parceria com a Paulo Darzé Galeria.
A exposição apresentará obras de diferentes períodos e temáticas da trajetória do artista, ampliando a presença das artes visuais no espaço cultural e aproximando o público de sua produção.
Para Paulo Darzé, fundador da galeria, a colaboração contribui para fortalecer o circuito cultural da capital baiana e ampliar o acesso à arte brasileira.
“Iniciativas como esta, em parceria com o Palacete Tirachapéu, fortalecem o circuito cultural de Salvador e demonstram como a colaboração entre diferentes agentes pode ampliar o acesso à arte e estimular o interesse de novas gerações pela produção artística brasileira”, afirma.
Thais Darzé, diretora da galeria e curadora da exposição, também destaca a importância de levar a produção artística a espaços de convivência da cidade.
“Levar a obra de J. Cunha a um espaço de convivência e circulação na cidade é também criar oportunidades de encontro, descoberta e formação do olhar”, ressalta.
Salvador Cocktail Festival terá festa gratuita na Rua Chile
A programação inclui ainda o primeiro Salvador Cocktail Festival, organizado pelo Purgatório em parceria com o Palacete Tirachapéu. O evento será realizado de 10 a 16 de novembro, com atividades em bares da cidade e a participação de convidados nacionais e internacionais.
Nos dias 14 e 15, a Rua Chile receberá uma festa gratuita com mais de 40 bares, música e gastronomia. Já nos dias 15 e 16, o Palacete sediará um congresso com palestras, painéis, masterclasses e feira de expositores.
O festival marca os quatro anos do Purgatório e busca ampliar a participação de Salvador no circuito de grandes encontros dedicados à coquetelaria.
Durante a apresentação, Jonatan Albuquerque, do Purgatório, mencionou as referências adquiridas pela equipe em viagens internacionais e a tradição baiana de hospitalidade como pontos de partida para o projeto.
“Já que a Bahia é referência em tantas coisas, por que não também ser referência em coquetelaria?”, destacou.




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