Suspeitos de matar PM tinham passagens e soltura recente
Um dos envolvidos foi preso dias antes e liberado por decisão judicial; dupla foi baleada após confronto

Suspeitos de matar PM tinham histórico criminal
Dois integrantes de facção envolvidos na morte do soldado da Polícia Militar Samuel Novais da Silva, na noite desta quarta-feira (15), já possuíam passagens pela polícia. Um dos suspeitos havia sido preso recentemente, no dia 3 de abril de 2026, e liberado 48 horas depois por meio de alvará de soltura.
O caso chama atenção pelo curto intervalo entre a liberação judicial e o novo crime. Segundo informações das forças de segurança, o suspeito deixou a custódia no dia 5 de abril e voltou a ser identificado em ação criminosa poucos dias depois.
Confronto após o crime
Após o ataque que resultou na morte do policial militar, equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região. Os dois suspeitos foram localizados e houve novo confronto.
Durante a troca de tiros, ambos ficaram feridos. Eles foram socorridos e encaminhados para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. O estado de saúde não foi detalhado até o momento.
Fichas somam seis passagens
De acordo com dados da polícia, os dois integrantes da facção acumulavam, juntos, seis passagens por crimes como roubo, furto, receptação e lesão corporal. Os registros são referentes aos anos de 2024, 2025 e 2026.
Um dos suspeitos já havia sido preso cinco vezes nesse período, o que reforça o histórico de reincidência criminal.
Segurança reforçada na região
Após o crime, o policiamento foi intensificado na área onde ocorreu a ocorrência. A presença das forças de segurança segue reforçada por tempo indeterminado, com o objetivo de garantir a ordem e localizar outros possíveis envolvidos.
A Secretaria da Segurança Pública também reforçou o pedido de colaboração da população. Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas, com anonimato garantido, por meio do Disque Denúncia, pelo telefone 181.
Investigações continuam
O caso segue em investigação pelas autoridades competentes. Novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das apurações sobre a atuação da facção e as circunstâncias do crime.




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